Coreografia de danados

A segunda edição de Coreografia de danados sai no início de 2012, pela Editora Ficções. Para comemorar, posto um bilhete do poeta Manoel de Barros, de 2002, comentando sobre a primeira edição do livro.

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Saldão de Natal

Do dia 24 ao dia 27, eu:

– não bebi;

– li 3 livros: “Perdição”, de Luiz Vilela, “Domingos sem Deus”, de Luiz Ruffato e “Versos satânicos”, de Salman Rushdie, o chato;

–  assisti aos três últimos episódios da sexta temporada de Dexter;

– escrevi o prefácio do livro “Cobra de vidro”, de Rubens Shirassu Júnior;

– escrevi alguns comentários sobre os livros que li.

Visceral

Em Ituiutaba, Luiz Vilela me contava do seu novo livro, “Perdição”. O romance está muito bom, forte. Eis um trecho:

 

“Então eu vou te dizer uma coisa em que eu acredito. Aliás, uma coisa  não: dua, duas coisas. Três; três coisas.”

Ele ficou em silêncio, esperando.

“A primeira: eu acredito que a humanidade só vai realmente progredir o dia em que o último deus for enforcado na tripa do último homem que nele crê.”

Ele não disse nada.

“A segunda: esse dia nunca vai chegar.”

“A terceira?”, ele perguntou.

“A terceira? A terceira é que, mesmo que esse dia chegasse, a humanidade não progrediria nada; talvez até piorasse.”

Prêmio

Estou no Triângulo Mineiro, para receber um prêmio da Academia de Letras, Artes e Música de Ituiutaba: meu livro “sol entre noites” foi eleito o romance do ano.