Ecad

Que coisa mais estranha essa história do Ecad. Conversando com um colega hoje, ele me disse que o Escritório está correndo atrás de cobrar direitos autorais até daquelas músicas que ficam tocando no telefone enquanto a gente espera alguém atender a nossa chamada. Brincou que daqui a alguns dias correrão atrás até dos Ringtones. É possível.

Download do conto “doze”

Quem quiser ler o meu conto publicado na revista “e”, é só fazer o download do arquivo abaixo. A minha amiga Cíntia escaneou as três páginas da revista e inseriu em um arquivo pdf. Boa leitura!

Doze

Saldão de Natal

Do dia 24 ao dia 27, eu:

– não bebi;

– li 3 livros: “Perdição”, de Luiz Vilela, “Domingos sem Deus”, de Luiz Ruffato e “Versos satânicos”, de Salman Rushdie, o chato;

–  assisti aos três últimos episódios da sexta temporada de Dexter;

– escrevi o prefácio do livro “Cobra de vidro”, de Rubens Shirassu Júnior;

– escrevi alguns comentários sobre os livros que li.

Livros

Estou me desfazendo de muitos dos meus livros, por questões de espaço. Não quero mais ficar guardando em casa milhares de livros que talvez nem eu leia. Mas os autografados, principalmente, levarei comigo.

 

Livro de Augusto de Campos, que ganhei recentemente.

 

Primeira edição de Feliz Ano Novo.

 

Primeira edição de "A lua vem da Ásia".

Os onze mandamentos do escritor brasileiro

1. Amar a Cormac McCarthy, Paul Auster e Philip Roth sobre todas as coisas.

2. Guardar segundas, terças, quartas, quintas, sextas, sábados e domingos para o boteco com colegas escritores.

3. Honrar a confraria e ir a todos os  lançamentos de livros.

4. Matar adjetivos e figuras de linguagem.

5. Roubar ideias, frases, parágrafos ou textos sempre que possível.

6. Levantar falso testemunho sobre a obra daqueles que não foram aceitos na confraria.

7. Desejar o talento do próximo.

8. Cobiçar o sucesso do próximo.

9. Cultivar a arrogância, a ignorância e a inveja.

10. Se novato, louvar os livros dos famosos e influentes. Se famoso, se manter famoso.

11. Amar a moda sobre todas as coisas.

 

Visitas ilustres

Vieram em casa os escritores Osvaldo Rodrigues e Celso de Alencar. Vieram conhecer Helena. Vieram visitar Ana. Ficamos imensamente gratos por terem vindo. A amizade é algo essencial.

 

Osvaldo, eu e Celso, logo após o almoço.

 

Eu, Celso e Osvaldo. Nos fundos de casa, para não acordarmos Helena.

Pendenga na USP

1) Não adianta vir com essa história que a USP não é elitista. Ok, pouco mais de 30% de seus alunos tem renda inferior a 3 salários mínimos. E “somente” outros 30% têm renda maior do que 20 salários mínimos. Aí são necessários alguns comentários: esse levantamento foi feito pela própria USP e, portanto, é tendencioso. Depois, mesmo que não tivesse sido feito pela USP, sabe-se que um levantamento sócio-econômico baseado em questionários respondidos pelos próprios alunos tem suas falhas. Ainda assim, se tudo isso fosse comprovado e essa quantidade significativa de alunos pobres fizesse parte do corpo discente da universidade, então seria preciso fazer outra pesquisa: em que cursos estão? Porque, asseguro, não estão nas engenharias, nem na medicina, nem nos cursos de maior concorrência.

2) A maconha como “porta de entrada” para drogas mais pesadas é um argumento bem batido.

3) Aquela foto do sujeito apontando um canhão para uma aluna foi muito forte e denuncia o despreparo de nossa polícia.

4) Por mais que se discuta, não haverá um consenso sobre a presença da polícia no câmpus.

Crônicas ituiutabanas

Além de contribuir quinzenalmente para o site Crônica do dia, também estou escrevendo para o jornal de minha cidade natal, graças ao meu amigo Enio Eustáquio, presidente da Alami e maior divulgador dos artistas de Ituiutaba. Resolvi que no Crônica do dia escreverei principalmente sobre o nascimento e crescimento de minha filha. Darei o nome a essa série de “diários do nascimento.” No jornal de Ituiutaba, escreverei semanalmente as “crônicas ituiutabanas”, em que resgatarei lembranças de minha infância e adolescência. Sexta-feira, ontem, portanto, foi publicado meu primeiro texto. Colo um trecho abaixo:

Ituiutaba é uma dor inoculada em meu sangue. Em Ituiutaba, eu aprendi a precisão das ruas numeradas, impessoais, que não queriam homenagear mortos desconhecidos e petulantes. Em Ituiutaba, eu persegui a menina Virgilina por quarenta e duas quadras, tudo por conta de uns cabelos sombrios e cacheados que me faziam perder o fôlego – penso que hoje, com o império da chapinha, eu não me sensibilizaria tanto. Em Ituiutaba eu deixei a minha infância e adolescência, que resgato vez ou outra. 

Lançamento “sol entre noites”

Ontem aconteceu o lançamento do meu novo livro “Sol entre noites”, na Livraria da Vila. Foi muito bacana, show mesmo. Rever amigos é sempre maravilhoso. Celso de Alencar, poeta, Osvaldo Rodrigues, Carla Dias, Guy Corrêa, Alonso Alvarez, escritores, Nicia Ogawa, uma amiga de longa data, que não via há quatro anos ou mais. Tanta gente que revi. Quem não foi ao lançamento, pode adquirir o livro na página da Ficções.

Eu com meus amigos.