Comentário

O seu denso “Sol entre noites”, cuja atraente capa negra, fendida pelo sol, antecipa a estranheza da linguagem, que desafia o leitor a decifrá-la. Linguagem erudita, densa, quase cabalística que, labirínticamente, vai desentranhando a problemática central do romance: o doloroso processo existencial do homem, que, arrancado de suas raízes, vê-se transplantado para um novo solo e aos poucos vai  perdendo a própria identidade. Faço votos de que os leitores aceitem o desafio da leitura e descubram o doloroso mundo visto através de “olhares emigrantes”.

(Nelly Novaes Coelho, 30 de janeiro de 2012)

Nelly Novaes Coelho

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