Futebol e poesia

Em geral gosto das histórias que envolvem jogadores – na verdade amo mais os contrastes fama na juventude e esquecimento na velhice, riqueza ao vinte e poucos e penúria aos setenta, esse tipo de coisa tão comum no submundo do futebol. Então a história do goleiro brasileiro da Copa de 1950, o Moacir Barbosa Nascimento (conhecido como Barbosa) me tomou de surpresa. Levou um (quase) frango dez minutos antes de acabar a final (Brasil x Uruguai) no Maracanã, determinando o adeus brasileiro à taça e acabou vendo sua carreira inteira julgada por este erro. O pior é que o cara era bom. Aí fui procurar algo sobre o Barbosa no youtube e acabei achando uma interessante matéria com o seu algoz, o autor do segundo gol uruguaio, Alcides Ghiggia.

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