Nada de novo sob o sol

Sol

Sol

Primeiro o show do Ney Matogrosso. O teatro estava cheio, o que prova que há lugar para a música de qualidade também, a despeito dos preços salgados dos ingressos. Aliás, sal necessário, uma vez que os artistas têm de arranjar um outro jeito para manter a adega em dia com os vinhos do Porto. Essa história de download fez com que o cantor polarizasse seu lucro nos shows. Interessante também. Sentamo-nos na primeira fila. Acordei às quatro e meia da manhã. Resolvei não ir ao Correio, pois a greve normalmente acarreta alguns extravios de correspondências. Li a Folha de São Paulo, o Estadão e o jornal A cidade. Interessante o artigo do Jorge Zaverucha, sobre a crise em Honduras, publicado na Folha. Depois fui ver a entrevista que a Carla Dias deu ao Ralph, da clictv. A Nina, uma das gatas que vive com a gente, veio dormir no meu colo. Depois uma pizza foi pro forno – não tenho o hábito de comer massas, mas estava com preguiça para ir ao restaurante sozinho. À tarde, acabei comprando uns cogumelos e um salmão e daqui a pouco vou matar a saudade de comida japonesa. Corrigi uns textos, avancei um pouco em um conto, revisei algumas páginas, li umas centenas de parágrafos sobre democracia e já é noite. Daqui a pouco vou abrir um vinho. Ontem, no supermercado, uma vendedora me ofereceu uísque. Faz bem uns cinco anos que não experimento uísque e não estou com muita vontade. Se alguém me perguntasse: “e aí, alguma novidade?”, eu responderia: “não, nenhuma!”

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