O lutador

É verdade, Mickey Rourke está perfeito e qualquer outro ator para o papel de “Randy, o Carneiro” poderia estragar o filme, como muito bem demonstrou o escritor Marcelo Mirisola em sua crônica “Rourke Sangue de Cristo”, que pode ser lida no site “Congresso em foco“. O filme é bom graças à decadência do galã, que no passado arrancava suspiros das mocinhas quando aparecia em 9 1/2 semanas de amor. Agora a gente tem a impressão de que está acontecendo algo parecido ao que rolou com o John Travolta, que nos anos 70 só sabia dançar e beijar a Olivia Newton John e que ressuscitou em 1994, em Pulp Fiction, desta vez como um ator mesmo.

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