Tezza e Mutarelli

Ontem vi o Cristovão Tezza, com quem já havia falado em São Franciso Xavier, há poucas semanas. Gostei da palestra dele, bem lúcida. Comentou que um escritor iniciante deve escolher uma das três profissões: ator, publicitário ou professor. São as que trabalham, de certa maneira, e de acordo com o Tezza, com a criatividade e com a arte. Isso para um escritor que não se tornou ainda best seller e que precisa se manter e/ou manter uma família e/ou não quer morar mais com os pais.  Na sessão de autógrafos, um senhor comentou com o escritor catarinense que também lera um livro sobre mongolóides fantástico. Ecologicamente incorreto. Eu estava só com o “Filho eterno” e ouvi o Tezza dizer qualquer coisa sobre o título, que na França foi proibida a tradução literal e ficou como “Le fils du printemps” (O filho da primavera), título que também me agradou. Agora há pouco falei com o Lourenço Mutarelli, cuja obra me foi apresentada há anos pelo amigo Edgar Franco. É um sujeito bem bacana e fiz algo que não curto muito: dei um exemplar de Abismo poente pra ele. Do Mutarelli, famoso pelo “Cheiro do ralo”, eu li “Natimorto”, um livro e tanto. Como dizia, a obra da época em que ele era quadrinista, só conheço o que li na casa do Edgar, nas nossas férias.

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